📅17/01/2026 - Sábado ⏰08:00 - CARROSSEL
### CARROSSEL – “VOCÊ NÃO COME COMIDA DEMAIS. VOCÊ COME A SUA RAIVA.” **SLIDE 1 – CAPA** IMAGEM: Mesa cheia de comida (massa, doce, fast food), pessoa olhando praquilo com mistura de culpa e desejo. TEXTO: Você não come comida demais. Você come a sua RAIVA. --- **SLIDE 2** IMAGEM: Pessoa abrindo a geladeira à noite, luz da geladeira no rosto, expressão de vazio. TEXTO: Comer demais é sinal de que tem algo aí dentro que você não tá querendo sentir. Muita gente usa comida pra segurar raiva, tristeza, solidão. --- **SLIDE 3** IMAGEM: Close em prato cheio, mas a pessoa já tinha comido; relógio marcando tarde da noite. TEXTO: Não é fome de comida. É fome de alívio. Você come pra não explodir, pra não falar o que sente, pra não encarar o que tá errado na tua vida. --- **SLIDE 4** IMAGEM: Pessoa comendo rápido, mandíbula tensa, expressão de irritação. TEXTO: Toda vez que você engole um “não”, engole um limite, engole uma falta de respeito, essa raiva não some. Ela desce. E, muitas vezes, vira comida. --- **SLIDE 5** IMAGEM: Pais ao fundo, desfocados; pessoa na frente, comendo, expressão de culpa. TEXTO: Tem também a lealdade escondida: “Se meus pais sofreram, eu também vou sofrer.” “Se eles viveram com pouco, eu não posso estar tão bem.” Aí você se sabota na comida, na saúde, no corpo. --- **SLIDE 6** IMAGEM: Pessoa no sofá, série na TV, pote de sorvete ou pacote de salgadinho na mão. TEXTO: Comida demais vira anestésico. Você usa pra não sentir solidão, pra não olhar pro casamento ruim, pro trabalho que te adoece, pra vida que não tá do jeito que você queria. --- **SLIDE 7** IMAGEM: Desenho de um rio fluindo; a pessoa sentada na margem, comendo, de costas pro rio. TEXTO: Quando você vive se dopando de comida, você sai do fluxo da vida. Em vez de se mover, você se entope. Em vez de escolher, você se anestesia. --- **SLIDE 8** IMAGEM: Pessoa de olhos fechados, mão no peito, fundo simples. TEXTO: A comida não é o problema. Ela só mostra que tem algo maior pedindo atenção: raiva não sentida, dor não chorada, vida não assumida. --- **SLIDE 9** IMAGEM: Pessoa empurrando o prato um pouco pra frente, respirando fundo, olhando pra si (espelho ou reflexo). TEXTO: O caminho não é guerra com a comida. É paz com você. Sentir a raiva, colocar limite, olhar pra tua história, assumir tua vida como adulto. --- **SLIDE 10 – CTA (FLUXO)** IMAGEM: Marcel em meio corpo, expressão firme e acolhedora, fundo neutro com a palavra FLUXO discreta. TEXTO: Se você vive brigando com a comida, mas no fundo sabe que o buraco é mais embaixo, e quer parar de usar o prato pra fugir da tua vida, comenta aqui embaixo: FLUXO que eu te mando um convite pro próximo passo. --- ### LEGENDA Você não come comida demais. Você come a sua raiva. Comer demais, na maioria das vezes, não é sobre fome. É sobre emoção que você não tá deixando aparecer. Raiva engolida, tristeza não chorada, solidão que você não quer encarar. Toda vez que você engole um “não”, um limite, uma falta de respeito, essa raiva não some. Ela desce. E, muitas vezes, vira comida. Você come pra não explodir, pra não falar o que sente, pra não olhar pro que tá errado na tua vida. Tem também a lealdade escondida: “Se meus pais sofreram, eu também vou sofrer.” “Se eles viveram com pouco, eu não posso estar tão bem.” Aí você se sabota na comida, na saúde, no corpo. Comida demais vira anestésico. Você usa pra não sentir solidão, pra não olhar pro casamento ruim, pro trabalho que te adoece, pra vida que não tá do jeito que você queria. Só que, assim, você sai do fluxo da vida: em vez de se mover, você se entope; em vez de escolher, você se anestesia. O problema não é a comida. Ela só mostra que tem algo maior pedindo atenção: raiva não sentida, dor não chorada, vida não assumida. Se você quer parar de brigar com o prato e começar a olhar pra tua história como adulto, comenta FLUXO aqui embaixo que eu te mando um convite pro próximo passo.
Mylena Trogo · 14 de jan., 21:48
@socialmediatrogo alterar textos do carrossel por esse aqui CARROSSEL – “VOCÊ NÃO COME COMIDA DEMAIS. VOCÊ COME A SUA RAIVA.” **SLIDE 1 – CAPA** TEXTO: Você não come comida demais. Você come a sua RAIVA. --- **SLIDE 2** TEXTO: Comer demais é sinal de que tem algo aí dentro que você não tá querendo sentir. Muita gente usa comida pra segurar raiva, tristeza, solidão e manter tudo isso escondido. --- **SLIDE 3** TEXTO: Não é fome de comida. É fome de alívio. Você come pra não explodir, pra não falar o que sente, pra não encarar o que tá errado na sua vida. É resistência em forma de prato. --- **SLIDE 4** TEXTO: Toda vez que você engole um “não”, engole um limite, engole uma falta de respeito, essa raiva não some. Ela desce. E, muitas vezes, vira comida e contrafluxo. --- **SLIDE 5** TEXTO: Tem também a lealdade escondida: “Se meus pais sofreram, eu também vou sofrer.” “Se eles viveram com pouco, eu não posso estar tão bem.” São PCMOs: Pesos, Crenças e Medos Ocultos te sabotando na comida, na saúde, no corpo. --- **SLIDE 6** TEXTO: Comida demais vira anestésico. Você usa pra não sentir solidão, pra não olhar pro casamento ruim, pro trabalho que adoece você, pra vida que não tá do jeito que você queria. É fugir da vida em vez de encarar. --- **SLIDE 7** TEXTO: Quando você vive se dopando de comida, você sai do fluxo da vida. Em vez de se mover, você se entope. Em vez de escolher, você se anestesia. A resistência manda em tudo. --- **SLIDE 8** TEXTO: A comida não é o problema. Ela só mostra que tem algo maior pedindo atenção: raiva não sentida, dor não chorada, vida não assumida. --- **SLIDE 9** TEXTO: O caminho não é guerra com a comida. É paz com você. Sentir a raiva, colocar limite, olhar pra sua história, assumir sua vida como adulto e começar a quebrar a resistência. --- **SLIDE 10 – CTA (FLUXO)** TEXTO: Se você vive brigando com a comida, mas sabe que o buraco é mais embaixo e quer parar de usar o prato pra fugir da sua vida, comente: **FLUXO** que eu te mando um convite pro Desafio de 7 Dias. --- ### LEGENDA ADAPTADA Você não come comida demais. Você come a sua raiva e a sua resistência. Comer demais, na maioria das vezes, não é sobre fome. É sobre emoção que você não tá deixando aparecer: raiva engolida, tristeza não chorada, solidão que você não quer encarar. Toda vez que você engole um “não”, um limite, uma falta de respeito, essa raiva não some. Ela desce. E, muitas vezes, vira comida. Você come pra não explodir, pra não falar o que sente, pra não olhar pro que tá errado na sua vida. Por trás disso, muitas vezes, tem uma lealdade escondida: “Se meus pais sofreram, eu também vou sofrer.” “Se eles viveram com pouco, eu não posso estar tão bem.” Na minha linguagem, isso são **PCMOs** – Pesos, Crenças e Medos Ocultos – te sabotando na comida, na saúde, no corpo. Comida demais vira anestésico. Você usa pra não sentir solidão, pra não olhar pro casamento ruim, pro trabalho que adoece você, pra vida que não tá do jeito que você queria. Assim, você sai do fluxo da vida: em vez de se mover, você se entope; em vez de escolher, você se anestesia. É a resistência mandando no seu corpo. O problema não é a comida. Ela só mostra que tem algo maior pedindo atenção: raiva não sentida, dor não chorada, vida não assumida. Se você quer parar de brigar com o prato e começar a olhar pra sua história como adulto, comente **FLUXO** aqui embaixo. Eu te mando um convite pro **Desafio Do Peso ao Fluxo em 7 Dias**.
juliane.s.camara · 12 de jan., 07:39
### CARROSSEL – “VOCÊ NÃO COME COMIDA DEMAIS. VOCÊ COME A SUA RAIVA.” **SLIDE 1 – CAPA** TEXTO: Você não come comida demais. Você come a sua RAIVA. --- **SLIDE 2** TEXTO: Comer demais é sinal de que tem algo aí dentro que você não tá querendo sentir. Muita gente usa comida pra segurar raiva, tristeza, solidão. --- **SLIDE 3** TEXTO: Não é fome de comida. É fome de alívio. Você come pra não explodir, pra não falar o que sente, pra não encarar o que tá errado na sua vida. --- **SLIDE 4** TEXTO: Toda vez que você engole um “não”, engole um limite, engole uma falta de respeito, essa raiva não some. Ela desce. E, muitas vezes, vira comida. --- **SLIDE 5** TEXTO: Tem também a lealdade escondida: “Se meus pais sofreram, eu também vou sofrer.” “Se eles viveram com pouco, eu não posso estar tão bem.” Aí, você se sabota na comida, na saúde, no corpo. --- **SLIDE 6** TEXTO: Comida demais vira anestésico. Você usa pra não sentir solidão, pra não olhar pro casamento ruim, pro trabalho que adoece você, pra vida que não tá do jeito que você queria. --- **SLIDE 7** TEXTO: Quando você vive se dopando de comida, você sai do fluxo da vida. Em vez de se mover, você se entope. Em vez de escolher, você se anestesia. --- **SLIDE 8** TEXTO: A comida não é o problema. Ela só mostra que tem algo maior pedindo atenção: raiva não sentida, dor não chorada, vida não assumida. --- **SLIDE 9** TEXTO: O caminho não é guerra com a comida. É paz com você. Sentir a raiva, colocar limite, olhar pra sua história, assumir sua vida como adulto. --- **SLIDE 10 – CTA (FLUXO)** TEXTO: Se você vive brigando com a comida, mas no fundo sabe que o buraco é mais embaixo e quer parar de usar o prato pra fugir da sua vida, comente aqui embaixo: FLUXO que eu mando pra você um convite pro próximo passo. --- ### LEGENDA Você não come comida demais. Você come a sua raiva. Comer demais, na maioria das vezes, não é sobre fome. É sobre emoção que você não tá deixando aparecer. Raiva engolida, tristeza não chorada, solidão que você não quer encarar. Toda vez que você engole um “não”, um limite, uma falta de respeito, essa raiva não some. Ela desce. E, muitas vezes, vira comida. Você come pra não explodir, pra não falar o que sente, pra não olhar pro que tá errado na sua vida. Tem também a lealdade escondida: “Se meus pais sofreram, eu também vou sofrer.” “Se eles viveram com pouco, eu não posso estar tão bem.” Aí, você se sabota na comida, na saúde, no corpo. Comida demais vira anestésico. Você usa pra não sentir solidão, pra não olhar pro casamento ruim, pro trabalho que adoece você, pra vida que não tá do jeito que você queria. Só que, assim, você sai do fluxo da vida: em vez de se mover, você se entope; em vez de escolher, você se anestesia. O problema não é a comida. Ela só mostra que tem algo maior pedindo atenção: raiva não sentida, dor não chorada, vida não assumida. Se você quer parar de brigar com o prato e começar a olhar pra sua história como adulto, comente FLUXO aqui embaixo que eu mando pra você um convite pro próximo passo.
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