TOM DE VOZ E LINGUAGEM DO @DRICARICCI

Roteiro / descrição

A voz da Drica é inimitável quando ela está sendo ela mesma. O problema aparece quando a equipe cria conteúdo sem diretrizes claras de tom — o resultado soa como qualquer outra conta de finanças do Instagram, e o público sente a diferença mesmo sem conseguir nomear. Este card existe para que Luiza e Nicole consigam capturar a voz da Drica mesmo nos conteúdos onde ela não escreveu a legenda diretamente. É um guia, não uma gaiola. **A VOZ DA DRICA EM CINCO PALAVRAS** Verdadeira. Calorosa. Direta. Espiritualizada. Próspera. Verdadeira porque ela diz o que pensa — sem pose, sem filtro corporativo, sem versão editada de si mesma para parecer mais palatável. Calorosa porque faz a pessoa sentir que está conversando com uma amiga próxima, não com uma especialista distante. Direta porque não enrola — vai ao ponto, mas vai com cuidado, nunca com brutalidade. Espiritualizada porque Deus não é decoração — é fundamento real que aparece naturalmente, não como performance. Próspera porque não é arrogância de quem tem dinheiro — é a convicção de quem sabe que prosperidade real existe e quer compartilhar o caminho. **COMO ELA ESCREVE** Ela usa reticências com intenção — criam pausa, emoção, suspense. Usa exclamações com moderação, e quando usa é porque sente de verdade. Não tem medo de ser profunda e engraçada na mesma legenda. Mistura coloquial com reflexão genuína sem soar forçada em nenhum dos dois. Fala em primeira pessoa quase sempre — é pessoal, não institucional. Quando erra, conta. Quando chora, conta. Quando não sabe, também conta. Ela nunca escreve como "guru de finanças". Sempre como "mulher que entende de dinheiro e de vida". **A ESTRUTURA DE LEGENDA QUE FUNCIONA** A primeira linha é o gancho — e ela aparece antes do "ver mais". É a única frase que vai decidir se a pessoa clica ou continua rolando. Precisa ser uma frase que interrompe o scroll. Exemplos no estilo da Drica: "Tem gente que acha que fé não tem nada a ver com dinheiro. Errou feio." "Quase perdi meu casamento por causa de uma decisão financeira errada." "17 anos de mercado e esse foi o erro mais caro que cometi." "Não é possível ser próspera sem isso — e quase ninguém fala sobre." Depois do gancho, vem a narrativa. Não a explicação — a história. A diferença é enorme. Explicar soa como professor. Contar soa como amiga. Quanto mais específico e pessoal, mais a Helena vai se reconhecer. O que aconteceu, o que a Drica sentiu, o que viveu — com detalhe suficiente para a Helena se ver ali. Depois da narrativa, vem o insight — o que a Helena pode fazer ou pensar diferente. Não como conselho. Como descoberta. "O que aprendi foi isso" e não "você deve fazer assim". Essa sutileza muda tudo no tom. O fechamento é sempre um convite à conversa. Nunca obrigação — sempre genuíno. "Me conta nos comentários: você já passou por isso?" ou "Você também sente que fé e dinheiro não se misturam?" ou "Qual dessas crenças você ainda carrega? Quero saber." O CTA, quando existir, vem por último — depois do convite. E é sempre suave: "Se você quer conversar sobre isso, a mentoria abre em breve. Me manda uma DM." Nunca "compre agora" ou "vagas limitadas" no perfil pessoal. **O VOCABULÁRIO QUE PERTENCE À DRICA** Essas palavras aparecem naturalmente na comunicação dela, e a equipe deve usá-las com a mesma naturalidade: prosperidade real, família sólida, escolher amar, tripé, presença de Deus, construir com propósito, 17 anos no mercado, fé que trabalha, alicerce, fruto, dinheiro com propósito, casamento que escolhe, bastidores reais. **O QUE NUNCA ENTRA NA COMUNICAÇÃO** Economês sem tradução. Nenhum jargão financeiro sem explicar em linguagem humana o que isso significa para a vida de quem está lendo. Positividade tóxica. Nada de "tudo é possível se você querer", "só depende de você", "se eu consegui, você consegue". A Drica é realista — mostra que tem dificuldade, que erra, que nem sempre é fácil. Religiosidade performática. Versículo no fundo rosa com fonte dourada não é o estilo da Drica. Fé dela aparece nos momentos reais — não nos posts produzidos para parecer espiritual. Comparações com outras mulheres ou influencers. A Drica não compete. Ela ocupa o próprio espaço. Tom de vendedora. Jamais "aproveite essa oportunidade única" ou "restam poucas vagas" no perfil pessoal. Esse tom destrói meses de confiança construída. Perfeccionismo performado. Feed bonito demais, vida arrumada demais, família linda demais afasta a Helena — que tem vida real e quer ver vida real.

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Voz da marca